Moira Forjaz exibe retratos de habitantes da Ilha de Moçambique


Uma sucessão de quatro dezenas de retratos fotográficos de habitantes da ilha de Moçambique, constituem a exposição “Ilhéus” da artista Moira Forjaz, que vai dar vida, a partir deste sábado, ao Centro de Arte e Cultura (CAC) de Évora, da Fundação Eugénio de Almeida (FEA).

Os habitantes da Ilha de Moçambique são “os grandes protagonistas desta exposição”, onde Moira Forjaz “exprime o seu interesse em capturar a essência e a vida do sujeito retratado, os seus sonhos, frustrações, deceções e satisfações”, adianta a nota da FEA, enviada à Renascença.

Com entrada gratuita, a mostra pretende ser uma “homenagem às pessoas especiais, vibrantes, interessantes e doces da Ilha de Moçambique”, num convite ao diálogo com a comunidade eborense, pautado “pela cor, pela luz e pela sombra” que preenchem as fotografias.

“A intenção de Moira é, ao invés, capturar o espírito do sujeito. E o espírito é a própria vida e a sua dignidade. O percurso fotográfico de Moira é uma caminhada constante para encontrar o significado mais recôndito da existência humana”, sublinha Paola Rolletta, que assume a curadoria da exposição.

Moira Forjaz nasceu no Zimbabué, em 1942. Estudou Artes Gráficas na School of Arts and Design de Joanesburgo. Trabalhou como fotojornalista na África do Sul e, a partir de 1975, como realizadora e fotógrafa documental de artes em Moçambique, ilha onde vive e trabalha em conjunto com a comunidade local, em vários projetos sociais.

“Ilhéus” vai poder ser visitada, a partir de dia 19, na Sala Rostrum do CAC, numa “viagem à Ilha de Moçambique”, cidade geminada com Évora desde 1997, que pretende, também, promover a “proximidade de dois territórios com História e Património comuns, o que é particularmente relevante no atual contexto pandémico”, assume a organização.

“Ilhéus é um projeto sobre a vida, sobre o facto que tudo está dentro de um único grande céu e todos têm direito a ter um nome. Não há nada de mais importante do que o nosso nome: é só com ele que existimos”, resume a curadora, Paola Rolletta.

A exposição vai ficar patente até ao final do primeiro trimestre de 2021 e tem entrada gratuita durante o horário normal de funcionamento do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida. É, também, possível fazer visitas guiadas em grupos entre cinco a dez pessoas, mediante inscrição prévia.

Devido à pandemia de covid-19, a FEA recorda que estão em vigor as medidas de prevenção epidemiológica recomendadas pela Direção-Geral da Saúde, sendo obrigatório o uso de máscara de proteção.




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