Os acusadores do presidente estão cada vez mais perversos. A arma da esquerda é a língua afiada e nojenta


O artigo de Antonio Prata, publicado na “Foice de São Paulo” neste sábado (29), acusando o governo Bolsonaro, é uma verdadeira confissão projetiva do que a própria esquerda é.

Vejam a ousadia do artigo sob o título:

“Nazistas, assassinos, abusadores de crianças, corruptos, delinquentes e milicianos estão no poder.

Caso Flordelis é um resumo perfeito do Brasil sob Bolsonaro

Confira:

Quando vi esse caso sabia que iam achar um jeito de acusar o presidente Bolsonaro, mas, não com essa perversidade:

“A cantora, deputada e pastora evangélica Flordelis não podia se separar do filho adotivo com quem havia se casado – ex-marido de uma de suas filhas também adotada – porque um divórcio escandalizaria a Deus: então, obviamente, decidiu matá-lo. Com a ajuda dos filhos, claro. Essa lógica tão cristalina quanto um bloco de granito é um resumo perfeito do bolsonarismo.”

O que o “Bolsonarismo” tem a ver com isso? Ah sim, está se referindo a lógica da psicopata em questão, que usou a religião para enganar o povo, como deve ter aprendido com os políticos na condição de deputada.

Para entender o grau de insanidade, e para que o leitor não precise buscar a fonte e dar ibope, segue na íntegra a continuidade do artigo:

“Nas eleições de 2018, Bolsonaro se apresentou como anti-establishment e antipolítico, embora tivesse passado as últimas três décadas bundando na Câmara dos Deputados. Durante os anos em que bundou em Brasília, Bolsonaro mantinha um apartamento funcional, pago por nós, embora contasse com um imóvel próprio. Quando questionado, disse que o apartamento funcional, pago por nós, era ‘pra comer gente’. E quem mama nas tetas do Estado, segundo ele e seu asseclas, é o coreógrafo, o ator de teatro, o aluno cotista, o pesquisador da Capes, do CNPq que contam, ou, em grande parte, contavam, com incentivos estatais.

Este velho político que usava o nosso dinheiro ‘pra comer gente’, que está no terceiro casamento, que elogia publicamente o músico espancador da namorada, coloca-se como ‘defensor da família’”. É uma defesa da família bem parecida com a da deputada Flordelis. Um duplo twist carpado na lógica já torta do Maluf, ‘estupra, mas não mata’: é o ‘mata, mas não desquita’.

Os cruzados da família não vão atrás do tio pedófilo que violentava a criança dos seis aos dez anos, vão atrás é da menina no hospital para fazer um aborto legal depois de ser engravidada pelo estuprador. A criança teve que entrar no hospital dentro do porta-malas de um carro, enquanto os defensores da família gritavam ‘assassina!’. A neonazista Sara Winter (leiam o perfil na última Piauí) divulgou os dados da criança em suas redes, de forma a garantir que ela siga sendo para sempre abusada, agora não mais pelo tio, mas por todos os cidadãos e cidadãs ‘de bem’.”

Aqui ele faz uma salada de acusações e interpretações conforme as próprias lentes. O que estava em questão no caso do apartamento, era o auxílio-moradia a que Bolsonaro tinha direito. Respondeu “pra comer gente” à uma pergunta idiota do repórter, que questiona de forma abusiva o que ele fazia com o dinheiro do auxílio já que ele possuía moradia.

As questões de quem mama ou não nas tetas do estado, só posso considerar que o autor tem um problema com desmame.

O músico foi elogiado por ser apoiador do presidente, e nada tem a ver com espancar mulher. Tinha que culpá-lo por isso também?

Sobre o Bolsonaro estar no terceiro casamento, vejo aqui o preconceito do acusador. Pois, ao que se sabe, ele nunca abandonou nenhum dos 05 filhos e tem um comportamento exemplar como pai.

E para completar a salada de acusações, cita o caso da menina que sofreu um aborto encabeçado pelos fanáticos abortistas que querem impor a coisa certa a fazer, a única saída possível, que foi matar e arrancar a criança do ventre da criança mãe. São incapazes de entender que Sara e companhia queriam salvar as duas vidas. E não distorçam os fatos: “assassinos” e “assassinas” eram todas as pessoas envolvidas no aborto, que na verdade, foi um assassinato.

O autor se esqueceu de atualizar os fatos. Onde está a menina depois do abuso e do aborto espetaculoso? Está protegida de uma nova gravidez? Ou ela pode voltar a procurá-los caso engravide novamente? Por que não se preocupam com as milhares de crianças que sofrem abusos diariamente?

Continuo a discorrer sobre o artigo, para ficar claro as divagações, inferências e delírios:

“’Brasil acima de tudo, Deus acima de todos’. Quando eu ouvi pela primeira vez o slogan inconstitucional com que Bolsonaro batizou nosso Estado laico, lamentei profundamente. Hoje em dia, diante da demolição moral, institucional, ambiental, enfim, da implosão civilizacional a que estamos assistindo, lamento profundamente é que não tenhamos no lugar deste herege um presidente um presidente ‘profundamente evangélico’.”

A incoerência gritante ao dizer que lamentou profundamente o slogan do presidente por falar de Deus? E a seguir diz que preferiria um presidente “profundamente evangélico a um herege”?

Aqui a projeção ficou clara: após ler a bíblia “de cabo a rabo” e não encontrou em Mateus 7:1-3, a advertência: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” Leia o que escreveu e me diga que é o herege?

“Ao contrário do presidente, que não leu sequer a bula da cloroquina, li a Bíblia de cabo a rabo. Não encontrei nos Evangelhos um versículo sequer que justifique ter como braço direito da família um miliciano assassino suspeito de organizar rachadinhas no gabinete do filho e repassar dinheiro para a mulher do pai. Tampouco encontrei nos Evangelhos —o Velho Testamento é outra coisa, ali El Shadai bota pra quebrar— nada que embase o extermínio de 30 mil ímpios. Porrada na boca. Rato na vagina. (Uma tara do ídolo do Bolsonaro, Brilhante Ustra). Jesus fez-se conhecido principalmente por curar doentes. Não por dar as costas a leprosos dizendo que era ‘só uma micosezinha’ e deixar morrer 120 mil em poucos meses.

Jesus sacrificou-se para salvar a humanidade. Bolsonaro sacrifica a humanidade para salvar o próprio rabo. Não é um bundão, é um serial killer. Quando a crise econômica bater feio, ele dirá como Pôncio Pilatos, algoz de Cristo: ‘Lavo minhas mãos’. As mãos de Pilatos estão sujas até hoje, 2020 anos depois.

Nazistas, assassinos, abusadores de crianças, corruptos, delinquentes e milicianos estão no poder, hoje, no Brasil, em nome da família, de Deus e da liberdade. Amém.”

O presidente Bolsonaro quando se refere ao coronel Brilhante Ustra, diz respeito a atos promovidos contra terroristas e também por ele ser declaradamente anticomunista. Sobre ratos e vaginas, não há registros de que isso tenha acontecido.

Deveria o autor estudar melhor a bíblia e descobrir que Jesus era amigo de pecadores. Ele muitas vezes atraia a ira dos escribas e fariseus por comer com pecadores (Lucas 15.2). Conviver com os pecadores não tornava Jesus um pecador. E, além disso, há registro sobre a análise da personalidade dos discípulos de Cristo, indicando que a muitos deles eram desequilibrados, o que faz sentido, pois, tinha que haver uma conversão. E assim podemos validar a frase de Oscar Wilde:

“Todo santo tem passado. Todo pecador tem um futuro”.

Culpar o presidente pelas mortes é o maior indicador de mau-caratismo de todos os que se atrevem. Querem com isso encobrir as intenções assassinas da oposição. Foram capazes de impedir o uso de um remédio só para não dar mérito ao presidente. De todas as acusações aqui contidas, essa é a mais estapafúrdia. Mas, o “covidão” deixará claro quem são os verdadeiros genocidas.

Jesus nunca falou que curou doentes, e sim: “E disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” Lucas 17:19. Bolsonaro não tem poder de salvar ninguém. Só faz o melhor que pode. Erra ao dar munição para os urubus de plantão, quando responde de forma reativa. Mas, mais de 57 milhões de pessoas conseguem ver além das palavras dele. Tem o privilégio de ser amado pelo povo, apesar das imperfeições. Definitivamente, não são os defeitos que incomodam a oposição e sim a dificuldade em aceitar o seu sucesso.

Bolsonaro em sua ingenuidade, repetiu palavras do médico aclamado pela esquerda, Dr. Drauzio Varella, sobre a tal “gripezinha”. Deveria ser processado por ter-lhe roubado os direitos autorais da palavra.

Deve o presidente, depois de ler o artigo do sr. Prata, processá-lo sem dó e nem piedade. Pois não há sequer um só condenado no governo Bolsonaro. Portanto, todas as acusações de: “Nazistas, assassinos, abusadores de crianças, corruptos, delinquentes e milicianos” são falsas. E se por ventura alguém da família for condenado por “rachadinha”, a julgar pelos valores divulgados, seria o equivalente ao dinheiro da pinga do outro presidente, bandido de estimação da esquerda. Esse sim, julgado e condenado.

O autor desse artigo escreveu um livro sobre memórias de infância. Fez uma regressão aos fatos marcantes da sua vida. Esclareceu que o fez com os olhos da criança, mas, deixou escapar episódios de preconceitos, que não é comum na criança, e, ao invés de re-significar os fatos, opta por interpretar os personagens atribuindo-lhes as coisas feias e más. Portanto, esse ódio devotado ao Presidente Bolsonaro, neste e em outros artigos, encontra referência em suas vivências e experiências passadas. Daí a projeção. Quem projeta confessa seus traumas, sem querer.

Um dos efeitos colaterais do ódio é que afeta quem o sente. Um dos sintomas é a necessidade de manter o ódio como combustível, para sustentar a narrativa de que há um inimigo a ser combatido para que se restabeleça a ordem. Este homem tem a mesma doença do seu colega jornalista, que escreveu que a morte do presidente resolveria todos os males do Brasil. Está clara a insanidade dessa gente? O futuro da humanidade depende de pessoas honestas, autênticas, capazes de respeitar hierarquias. Pessoas que não necessitam destruir ninguém para sentir-se melhor.

Com esse texto entendi porque os oposicionistas esquerdistas não precisam de armas. Matam com suas línguas afiadas e longilíneas, de poderoso alcance. O desafio está em resistir com a verdade.




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