Um dos presos em operação já foi envolvido em tentativa de assassinato à PM


Um dos presos na terceira fase da Operação Omerá, é Rodrigo Betzkwski de Paula Leite, que diz ser pecuarista. Ele foi preso por posse irregular de armas de fogo de uso permitido, e o irmão dele, Jorge Egídio, que não foi alvo da operação, de tentar matar um policial militar que cumpria mandado de busca e apreensão na estância onde ambos estavam, em Campo Grande, na saída para Rochedo.  

O mandado de que Rodrigo BVetzkowski foi alvo integravam a segunda fase da Operação Omertá, ocasião em que os policiais do Grupo de Apoio Especial na Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Armado de Repressão a Assaltos e Sequestros (Garras) cumpriram vários mandados de busca e apreensão nas casas de Jerson Domingos, preso ontem (leia reportagem ao lado) e da irmã dele, Teresa Name, esposa de Jamil Name, acusado de ser o chefe da organização criminosa, ligada a várias execuções em Campo Grande, com armas de forte calibre, como fuzis AK-47.

Quando os policiais militares do Choque, que davam apoio ao Garras e Gaeco entraram na estância para cumprir o mandado de busca e apreensão contra Rodrigo, em março, encontraram resistência de familiares dele. O cabo da Polícia Militar, identificado como Guedes, foi atingido por um disparo de revólver no peito, conforme o Garras, feito por Jorge Egídio. O policial, conforme relato, só não morreu, porque usava colete à prova de balas. Jorge acabou preso por tentativa de homicídio, e o irmão dele foi enquadrado em posse de arma de fogo: tinha uma espingarda calibre 20, um revólver calibre 38, e uma espingarda sem calibre. Ele também tinha várias munições, mais de 150 só para a espingarda calibre 22.  




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